terça-feira, 27 de maio de 2008

EPL

A semana passada foi meio improdutiva em termos de posts aqui no blog porque eu estava em Fortaleza, CE, participando do EPL (encontro de pastores e líderes), promovido pela Igreja Batista Central de lá.

Voltei cheio de histórias engraçadas e interessantes pra contar, que talvez eu coloque algum dia por aqui, além de um ânimo renovado para servir a Deus.

A expressão "Soli Deo Gloria" parece ter permeado cada plenária, seminário e sessão em grupo. A simplicidade e ênfase no Senhor Jesus deram o tom de um ótimo encontro, para a glória do Pai!

Voltei com alguns livros interessantes, dentre os quais destaco "As origens intelectuais da Reforma", de Allister McGrath (autor que tem sido publicado em grande escala nestes últimos dias - basta fazer uma breve busca no google pra confirmar).

Novamente, este post é puramente informativo. Até a próxima.

PS: devo agradecer os e-mails e comentários daqueles que desejam compreender, discordar, e me encorajar. O seu "feedback", embora não regule necessariamente o que eu escrevo, é recebido com gratidão, e considerado muito importante.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

MESA-REDONDA SOBRE A ORDENAÇÃO DE MULHERES

O Seminário Teológico Batista de São Luís (MA) promoveu na noite de ontem (15/05), mesa-redonda sobre o tema da ordenação de mulheres ao minitério pastoral.
O evento contou com a presença de quatro debatedores, o Pr. Vidigal Queirós, o Pr. Davi Luna, o Pr. Wlson Moura, e a Pra. Marlene.
A iniciativa do evento foi do Diretório Acadêmico da instituição mencionada, que merece aplausos pela tentativa de promover a discussão teológica e a reflexão sobre doutrinas e práticas adotadas no contexto maranhense (e brasileiro). Considerando a tímida produção teológica por parte dos nossos professores e seminaristas, é possível que eventos desse porte estimule o crescimento nesta área, para o bem da Igreja de Cristo.
O clima do evento foi agradável, embora em alguns momentos os ânimos tenham ficado mais agitados, e a ironia (essa provocativa arma dos debates) tenha sido utilizada de modo imprudente.
Do ponto de vista da análise bíblica, as análises foram superficiais, em parte pelo tempo disponível para os palestrantes (ou pela sua dificuldade em dimensionar a sua fala dentro do tempo disponibilizado), e em parte pelo desejo de provar o ponto, às vezes torcendo alguns textos.
De modo amplo, pode-se dizer que a realização do evento foi positiva. Possivelmente farei uma avaliação crítica e mais detalhada dos pontos e argumentos apresentados em outros posts.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

CURSO DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA



É promovido pela Escola de Líderes da IBR, então o público-alvo principal são os nossos alunos, e os membros de nossa igreja. Contudo, membros de outras igrejas podem se interessar e fazer o curso sem problemas (desde que não haja problemas por parte das respectivas igrejas e seus líderes).

Totaliza 20 horas, sendo 12 de aulas, e 8 de leituras, durante 4 semanas. Uma aula por semana, aos domingos pela manhã (das 09h00min às 12h00min). As aulas terão início neste domingo, 18 de maio.

O valor do curso é de R$ 40 para alunos da EsL, R$ 50 para os demais membros da IBR, e R$ 60 para membros de outras igrejas. Este valor será utlizado com as despesas com xerox (o material didático será entregue ao aluno), aluguel da sala, e o custeio daqueles que tiverem maior dificuldade financeira para fazer o curso. Há descontos progressivos de R$10,00 pra quem levar outra pessoa (a cada nova pessoa, ganha-se R$ 10,00 de desconto). Casais também têm desconto especial.

Apenas 40 vagas são disponibilizadas, por isto as inscrições devem ser realizadas até a sexta-feira pelos e-mail ibr@elo.com.br ou fones 3235 9992 e 8114 0467 (ambos do escritório da IBR).
Sintetizando:
O quê? CURSO DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
Quem? Para os alunos da EsL, membros da IBR, e todos os outros cristãos que desejam crescer no conhecimento das Escrituras.
Quando? 4 domingos, das 9h às 12h a partir do dia 18 de maio.
Quanto? R$40 para alunos regulares da EsL, R$ 50 para membros da IBR, R$ 60 para membros de outras igrejas.
Onde? Monumental shopping, sala 548.
NÃO FIQUE DE FORA!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Novidade

Com o advento do Google Reader, algumas coisas ficaram mais fáceis.

Assim, na janela à sua direita (preta com letras laranjas), você pode acompanhar posts que eu recomendo, de blogs que tenho lido.

Aproveitem!

Recomendo que vocês façam o mesmo com os seus blogs, para me ajudarem a crescer tb!

abraço
:) SDG

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Como a esquina matou o romantismo

A esquina é o palco dos vagabundos. Adultos, jovens, adolescentes ou crianças curtem as esquinas das ruas, onde podem simplesmente não fazer nada. Ou quase nada. Eles vêem o tempo passar, comentam sobre as pessoas que passam por perto, contam piadas. O exercício da amizade é algo produtivo, mas isso não os torna menos vagabundos.
Pois bem, eu tive meus dias assim. Ficar na esquina com a galera logo após um jogo de futebol na rua era a melhor coisa do mundo.
Mas não era sobre uma experiência boa que eu queria escrever hoje.
Eu estava na esquina, com alguns conhecidos, homens e mulheres. Nada de especial, apenas era o fim de uma noite agradável, e estávamos nos despedindo ali, no teatro da vagabundagem. Com exceção de umas duas ou três pessoas, todos ali haviam se conhecido naquela exata noite. Foi quando eu subitamente virei o rosto, e contemplei o garoto beijar a adolescente com o ânimo de uma criança no parque de diversões. Não hesitou, não pensou duas vezes: "mandou ver".
Os dois estavam entre os que se conheceram naquela noite.
Enquanto nascia o beijo, morria o romantismo, e o que eu sabia sobre relacionamentos. A idéia de honrar e preservar o corpo desceu pelo esgoto. O processo de conhecimento e envolvimento que pode culminar no beijo foi simplesmente descartado.
Mas esta é a moda hoje. Não sei dizer se eles chamariam aquilo de ¨ficar¨, mas este é o termo normalmente utilizado.
Essa geração cibernética simplesmente caminha em uma velocidadade absurda. O próprio ¨ficar¨já possui as suas versões 2.0 ou 3.0. Antes o sujeito levava semanas na conversa com a mesma pessoa para lhe arrancar um beijo. Depois o beijo veio mais rápido, mas a ¨ficada¨ durava uma semana, pelo menos. Uma noite inteira foi a ¨evolução da coisa¨, e agora uns míseros segundos são suficientes para se ter o que quer do outro.
Mas o que se quer do outro? Eis a pergunta definitiva. Toda esta ¨pegação¨ contemporânea é a busca desenfreada por satisfação. Uma satisfaçao tão instantânea quanto a do alimento no microondas, mas também tão banal. É isto, entre outros fatores, que leva um jovem a se drogar. A busca pela satisfação, de preferência, imediata.
Assim foi anunciada a morte de um relacionamento saudável. Nasceu morto. Nasceu errado. Aqueles dois nem tinham certeza de quando se veriam de novo. Mas talvez isso não importasse realmente para eles.
O Senhor Jesus disse que fluiriam rios de água viva daqueles que cressem nEle. Isto é satisfação verdadeira e permanente. Um caudaloso rio que jorra ininterruptamente, produzindo paz, alegria, prazer em Deus.
Somente um relacionamento correto com o Pai pode suprir as necessidades desta geração desesperada pelo prazer. Mas a satisfação só pode vir, se o arrependimento e o choro iniciarem o processo.
Ñão deixe o romantismo morrer. Não deixe o seu corpo se perder. Não deixe a sua alma secar.

Futuro do pretérito

Eu ia postar um editorial que escrevi para o informativo de minha igreja e foi publicado ontem, no dia das mães...

O texto foi digitado em um outro pc e eu fiz o favor de não salvá-lo comigo, então fica pra depois.

* * *

Talvez alguém tenha lembrado, mas não creio ter sido a maioria. Ontem, além de ter sido o dia das mães, foi o dia de Pentecostes. A história reserva um evento especial para este dia, então Deus seja louvado por ele!!

* * *

Antes de ontem foi meu aniversário. Nenhuma grande festa, mas momentos muito agradáveis com meus amigos de pequeno grupo. Algumas mensagens me fizeram pensar, e por isso talvez eu poste alguma coisa sobre elas (depois).

:) SDG

terça-feira, 6 de maio de 2008

Abotoando o paletó


Um dos personagens mais feios de quadrinhos e desenhos animados é a morte. Apenas o esqueleto, o capuz preto e a foice. Alguns desenhistas tentam suavizar os traços para tornar o desenho menos assustador, mas o sucesso desta empreitada é questionável.

Quando eu era criança conheci um cara cujo apelido era "morte". Magro, como alguns ossos bem visíveis, e uma aparência estranha. O fato é que os seus amigos o achavam feio (talvez assustador), e não pensaram duas vezes: morte era o seu apelido.

Falei tudo isto pra indicar a ligação entre a morte e o espanto, ou a nossa rejeição deste evento (que tornou-se personalizado). Falamos da morte com uma reverência quase religiosa, um tom mórbido e expressão de pesar ou assombro.

Talvez isto seja coisa apenas de cidades maiores. No interior é diferente. Percebi tal discrepância na última viagem.

Os sujeitos mal começavam a conversar e logo o assunto morte era abordado. Vi isso acontecer "trocentas" vezes. Pensei, no início, que os moradores apenas queriam atualizar o meu pai e o resto de minha família sobre os acontecimentos da cidade. Mas depois de tanto ouvir falar em morte, vi que não era apenas uma questão de "atualização", mas um assunto corriqueiro, como qualquer outro.

Falar de morte no interior é como falar do tempo. Não há a reverência que conhecemos. Não há o espanto que sentimos. Pelo contrário: a naturalidade marca o diálogo sobre os mortos. "Lembra do Fulano? Morreu". "Semana passada um rapaz morreu. Suicidou-se". "A senhora da outra rua morreu ontem". Nem na hora da comida o povo pára de falar em morte.

Minha irmã notou isto faz tempo. Eu comecei a perceber. Minha mãe indicou uma chave para compreender isto: todos vivem a realidade da cidade. A morte de alguém é conhecida por todos, e a sucessão do evento o torna natural para os moradores. Pensei sobre isto e vi que faz sentido. Como nós nos fechamos nas cidades grandes e vivemos a realidade apenas de nossas casas ou comunidades mais restritas como ruas, turmas de faculdade, igrejas, etc., o evento morte demora mais para acontecer. Por isso, sempre que acontece, é um espanto.

Além destes pontos, e apesar deles, os cristãos possuem base para ver a morte sob outro prisma. Não se trata de apenas ficar acostumado com o "bater das botas", como acontece no interior, mas pensar e compreender este evento de maneira apropriada.

A morte tem um elemento negativo, pois é inserida na história da humanidade como punição pelo pecado (Rm.3.23). Por outro lado, o pecado daqueles que crêem em Cristo já foi expiado pela morte de Jesus (Rm.5.1). Assim, o cristão a observa como o elemento de transformação, quase um rito de passagem, que o levará ao Pai. Não significa a libertação do corpo, pois nós cremos na ressurreição dele (diferente do platonismo e gnosticismo). Embora produza saudades, ela é o encaminhamento de nossas almas a Deus. Se temos uma viva esperança, a morte é observada de maneira positiva.

Uma vez li um livro excelente sobre o assunto. Recomendo a todos: Surpreendido pelo sofrimento, de R. C. Sproul. Ele apresenta a idéia de morte como vocação. A leitura deste material pode mudar completamente a nossa noção do que é "abotoar o paletó".

leia uma resenha do livro
compre o livro

Esqueci de dizer...

Sou campeão!!

O guitarrista filósofo

Hoje reencontrei a minha linda namorada. Depois de quase uma semana, curtimos um tempo juntos. Aproveitamos para dar uma passada na Escola de Música Lilah Lisboa e assistirmos ao workshop de um guitarrista até então desconhecido para mim: Sydnei Carvalho.

O cara é bom. Toca muito e é extremamente didático e comunicativo. O que mais chamou a minha atenção, porém, não foi o seu feeling ou virtuosismo. Ele foi o primeiro músico que indicou a ligação entre a formação do ser humano com a sua musicalidade. Não quero dizer que não existem outros assim, apenas foi o primeiro que eu ouvi, e único até agora.

Não ficou preso apenas aos "licks" e técnicas que poderia passar ao auditório. Falou sobre a vida, a sociedade, a poesia. Citou Platão algumas vezes. Citou outros filósofos. Citou a Bíblia. "Mandou muito bem", como diria um amigo da faculdade.

Qualquer músico que pense merece o meu respeito.

Dêem uma olhada no site dele: http://www.sydneicarvalho.com.br/

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Quem tem medo de Albert Mohler?

Parece brincadeira, basta eu decidir escrever sobre um tema que uma série de novos assuntos surgem. É como ter uma namorada, alguém me disse uma vez. Se você não tem nenhuma, parece que ninguém do sexo feminino está interessado em você. Quando há uma garota, uma única mulher com quem o compromisso do namoro é firmado, "abrem-se as comportas" e a mulherada cai em cima. Eu ainda duvido desta teoria, mas talvez ela seja real para algumas pessoas.

Pois bem, falei que ia escrever sobre algumas reflexões de minha recente e breve viagem. Mas preciso apontar esta notícia apenas porque não será veiculada aqui no Brasil. Prometo ser breve.

Eis o fato: A APA (American Psychiatric Association - Associação de Psiquiatras Americanos) decidiu promover um workshop sobre homossexualidade e religião em sua conferência anual, que está sendo realizada por estes dias. Para isto, convidou homossexuais como o bispo Episcopal de New Hampshire, V. Gene Roberts, e pessoas de postura contrária, como o Pr. e diretor do Seminário Teológico Batista do Sul, Albert Mohler.

Quando souberam quem estaria do outro lado, muitos gays e pró-gays ficaram indignados. Afirmaram, inclusive, que a APA estava sendo usada pela "direita religiosa norte-americana". Não vou comentar essa coisa da "direita religiosa norte-americana", embora meus dedos estejam coçando. Além dessa, utilizaram várias outras bravatas, como a de que o painel poderia legitimar "visões homofóbicas".

Resumindo, o bispo homossexual furou com a APA, e o workshop, que seria realizado hoje, não aconteceu. O Pr. Mohler ficou decepcionado. O coordenador do evento ficou decepcionado. Eu fiquei decepcionado. Só o bispo Roberts deve estar alegre. Ou aliviado.

Para saber mais sobre o fato, veja as matérias do washington times, e do baptist press.

Um beijo a mais

Eu falei que ia comentar minhas lembranças e reflexões desta última viagem realizada. Vou fazer isto, mas não exatamente agora. Acabei de assistir um filme interessante, que despertou o meu desejo de comentá-lo e partilhá-lo com quem passar por aqui.

Existem comédias de muitas formas. Há as idiotas (aquelas de besteirol total, que muitas vezes nem apelam para o humor, para a nudez ou qualquer coisa do tipo que consiga esconder a incompetência da equipe). Há as "sofisticadas", com um alto nível de comicidade, sem forçar a barra. Há as comédias românticas - normalmente as minhs preferidas. E hoje assisti uma comédia triste.

Talvez seja burrice e falta de conhecimento deste que vos escreve. Após uma breve pesquisa no google, um site me informou que o gênero do filme que assisti era "comédia dramática". Eu sinceramente não sabia que isto existia.

Pois bem, o nome do filme é "Um beijo a mais". Em inglês ele se chama "The last kiss" (o último beijo). Há uma notável diferença entre os dois nomes. Após assistir, percebi que o nome na língua original faz mais sentido.

Aluguei pensando ser uma comédia romântica, como diz a capa. Doce ilusão.

O filme demonstra a fragilidade dos relacionamentos na contemporaneidade. Atesta a falência da instituição "casamento", bem como da outra - "família". Traduz em algumas cenas o pavor do compromisso, da intimidade, da verdade, da fidelidade.

Tudo isso é tão raro, que eu diria ser esta obra uma bela radiografia dos nossos tempos.

Há uma história principal, em torno da qual giram as outras. Um rapaz de 29 anos e sua namorada estão prestes a ter um filho. Eles já moram juntos, mas ele morre de medo de casar. Diante da situação da criança, e da previsibilidade de sua vida, o jovem entra em crise. Conhece uma garotinha mais nova, e se envolve brevemente com ela. A namorada descobre e se afasta dele. Arrependido, faz o que pode para ter a mãe de seu bebê novamente. Depois de muito esforço, consegue que ela abra a porta de casa para ele entrar.

Assim termina o filme.

Talvez isso seja o esboço de um final feliz, mas se for, é um esboço bastante tímido.

Não há certezas. Esta é a idéia. As pessoas vivem juntas sem a segurança de que sua união é válida. Aliás, não há união real, pois o compromisso não foi estabelecido. Elas apenas "estão juntas".

A comédia triste me fez pensar. Eu queria sorrir no fim deste domingo e fiquei meio pra baixo. Espero que os relacionamentos que nos vivemos sejam verdadeiros.

domingo, 4 de maio de 2008

Recomendações turísticas

Passei os últimos dias viajando. Fui visitar o meu avô e outros parentes por parte de Pai no interior do Piauí, lá pras bandas do sul daquele estado.
Foi muito melhor do que eu esperava. Muito mesmo. Não que eu tivesse uma expectativa ruim, eu apenas não tinha expectativas tão boas.
Passei quarta, quinta, sexta, sábado e parte de hoje (domingo) apenas lendo, dormindo, conversando com familiares e entrando esporadicamente na internet pra ver meus e-mails. Um sonho. Sem televisão pra encher a paciência (lá tem televisão, ela só não ficou muito perto de mim). Sem internet demais. Sem celulares funcionando. Só eu e Nelson Rodrigues. Li como uma criança que aprendeu acabou de aprender a ler. Dormi como um vagabundo. E reencontrei gente muito boa. Ah, a comida era excelente também.
Recomendo esta viagem para todos. Não simplesmente qualquer viagem. Mas a viagem para Landri Sales, Piauí, com alguns livros bons na bolsa. Chegando lá, não se engane: Fique hospedado na casa do "Tonho" e família. Gente finíssima.
Como a leitura normalmente provoca o cérebro, algumas reflexões vieram à tona. Em breve escrevo aqui minhas lembranças e reflexões sobre a viagem e outras coisas.
Até lá.
abraço.
:) SDG