Sim, tenho muito carinho para com os presbiterianos (e para com uma presbiteriana em especial).
Vou falar da IPB a partir de uma fonte pública: as declarações do Pr. Augustus Nicodemus Lopes a respeito de decisões da última reunião do Supremo Concílio desta igreja.
As descrições dele estão aqui: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/07/rumos-da-igreja-presbiteriana-do-brasil.html
e aqui: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/07/rumos-da-igreja-presbiteriana-do-brasil_20.html
Se, como ele informa, a IPB caminha no sentido de confirmar sua identidade reformada, conservadora e histórica, penso que está seguindo o rumo certo.
É preciso sempre se reformar no sentido de avaliar seus pressupostos e práticas à luz da Escritura, transformar o que é errado, e manter o que é correto. Segundo a descrição do Pr. Augustus, creio que é isto o que tem sido feitos.
[mas não tenho a ilusão de que não há problemas na IPB. Eles existem, e fazem parte de qualquer denominação e Igreja].
Abraço, e obrigado pela pergunta
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Complicado dizer o que é caminho certo ... a IPB tem estado nas mãos de conservadores há muito tempo, o que significa um retorno às origens mas também uma atrofia nos costumes; creio que a IPB sobrevive qualquer que seja o caminho que queira seguir, pois o SC não são os seus membros (e graças a Deus por isso).
ResponderExcluirOlá Fábio,
ResponderExcluirCreio que o conservadorismo teológico - uma postura consistentemente reformada - é o melhor caminho.
Não falei de costumes. As decisões mencionadas nos textos linkados não tratavam de costumes.
A fé reformada ensina a comunicação ao tempo e à cultura, com a firmeza de uma postura teologiamente conservadora.
Por isso não é complicado dizer que é o caminho certo.
Abraço, e obrigado pelas considerações.