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segunda-feira, 26 de março de 2012

NOVO BJC

O BJC agora tem novo endereço e formato. Este espaço vai ficar como registro histórico, mas as atualizações agora serão realizadas no endereço: http://allenporto.wordpress.com.

Visite lá, e divulgue pra quem você puder. Assine o feed do novo BJC e acompanhe!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

BJC: 6 anos

aos 6.
Hoje este blog completa 6 anos. Tempo razoável para quem surgiu sem muitas pretensões. Em minha curiosidade, fui em busca de como eu era nessa idade. Os registros de minha mãe relatam que, aos 6, participei de minha "formatura do abc", tendo sido o orador; identifiquei uma doença que carrego para sempre (traços de anemia falciforme), e tinha algum interesse teológico.

Não sei quantos paralelos são possíveis entre a minha história e a do BJC, e também não pretendo alegorizar demais. Mas gosto de notar que ambos comemoramos 6 anos envolvidos nas letras, ambos tivemos alguma participação cultural, e ambos estamos ligados à teologia. Eu poderia ter esses itens, mas não manifestá-los no blog. Como é bom ver que as coisas caminham junto! Afinal, A Bíblia, o Jornal e a Caneta, podem, assim, ser percebidas como itens de minha existência, e não apenas um elemento fictício para posar na internet.

Meu discurso como orador na formatura do ABC,
escrito por minha mãe, Iris Porto.
Ao longo deste ano os posts foram menos frequentes, porém mais significativos. Dentre os 5 mais lidos ao longo de toda a história do BJC, 2 ou 3 foram produzidos em 2011. As visitas tiveram grande contribuição daqueles que me recomendam, especialmente o ipródigo, o voltemos ao evangelho, o ivonetirinhas, e a norma braga. As redes sociais como o twitter e o facebook também tiveram grande participação em tornar o blog visível.

Isso significa que, se houve crescimento, não é exclusivamente fruto de meu trabalho, ou mesmo da qualidade dos textos aqui postados, mas também da parceria de irmãos que pensam junto algumas questões, e, acima de tudo, da graça de Deus, que ainda traz pessoas aqui para ler desabafos, reflexões, e provocações.

Já mencionei que o nome do blog surgiu quando eu ainda nem compreendia bem o significado dessa relação. Mas uma criança de 6 anos já consegue fazer conexões, e mais do que nunca tenho buscado uma postura autoconsciente no BJC: tratar do link entre a Bíblia e a cultura, e manifestar a realidade da existência de Deus e a veracidade de Sua Palavra para o homem do nosso tempo.

Relatos de minha infância
Aos 6, eu perguntei aos meus pais: "ainda existe sacerdote em Israel?". Muitos anos depois eu viria a aprender sobre o sacerdócio universal de todos os crentes, e o impacto disso para a minha vida.

Desejo que o BJC manifeste esse sacerdócio, e que venham mais aniversários, para que, com eles, o blog creça em maturidade e graça, para a glória de Deus!



sábado, 2 de julho de 2011

VI Encontro da Fé Reformada em São Luís: a cosmovisão cristã e os desafios para a Igreja

Está chegando o VI EFR, realizado na (e pela) igreja que agora pastoreio - a IPR.
Este é sempre um momento bastante especial na vida da igreja, por ser a ocasião de seu aniversário, e por termos conosco grandes homens de Deus, dos mais variados cantos.
Neste ano teremos o Rev. Fabiano Oliveira, professor do CPAJ e pastor em Sampa, o Rev. Hermisten Costa, professor no Mackenzie e pastor em Maringá, e o Rev. Cleomines, pastor em Belo Horizonte.

Alguns vídeos ajudam a entender o evento e sua proposta. Confira abaixo.

Para se inscrever gratuitamente e saber mais, é só entrar no site do evento - http://iprenascenca.com/efr/



a cosmovisão cristã.


a vocação da IPR.


 uma história.


o tema deste ano.


dicas para os participantes.

sábado, 4 de junho de 2011

A era da orgia

Já se foi o tempo em que "orgia" era algo moralmente vergonhoso e rejeitado.

...hoje a coisa ganhou o título de nome de festa.

...e assim a gente avalia o que se aprende na universidade brasileira.

terça-feira, 1 de março de 2011

Retiro IPR 2011

Senhores, muito de minha ausência aqui no blog se dá pelo serviço agora desempenhado na Igreja Presbiteriana do Renascença. Um pouco do que tenho desenvolvido pode ser visto no site: http://iprenascenca.com, embora nem tudo esteja nomeado ali. Deixo, então, um aperitivo para o Retiro IPR 2011, que já está chegando!

Abraço.

O que você espera do Retiro IPR 2011? from IP Renascença on Vimeo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Não é que...

Não é que eu não queira mais escrever no blog. É que toda vez que abro a página para escrever, já estou esgotado das leituras e trabalhos anteriores.
Tenho feito algumas leituras interessantes, talvez em breve saia algo relacionado, por aqui.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Normal

Senhores,

As chuvas em São Luís me pregaram uma peça. Estou sem internet há alguns dias, e por isso fico ainda mais irregular em minhas postagens por aqui. Estou aproveitando os espaços com rede aberta, como praças de alimentação de shopping centers.

Tenham paciência, em breve as coisas voltam ao normal. Se Deus quiser.

Abraço

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

SOBRE O RECENTE PROTESTO CONTRA A UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.


A oposição da IPB ao projeto de lei se baseia não só no senso comum e em análises jurídicas especializadas (que consideraram o projeto “inconstitucional”), mas sobretudo nos princípios cristãos que norteiam tanto a denominação quanto o Mackenzie. Não há novidade nisso: quando se matriculam na instituição, os alunos assinam o contrato de serviços educacionais, em que há uma cláusula explicando esse caráter confessional. Isso não significa perseguição a quem não subscreve essas bases cristãs, muito pelo contrário: não há registro na história da universidade de casos de discriminação de qualquer tipo, seja contra alunos homossexuais, seja contra alunos que professam outras religiões, ou nenhuma. Todos têm acesso aos mesmos benefícios, como bolsas de estudo.


No entanto, desde o momento em que a publicação do texto da IPB no site do Mackenzie foi “descoberta” pelos ativistas neste ano, a igreja, a universidade e a pessoa de seu Chanceler têm sido duramente atacados e acusados de “homofobia”. Filmados em vídeo, os manifestantes pediam a demissão do Chanceler, cuja foto foi estampada em diversos sites homossexuais acompanhada de palavras de ódio. A virulência que caracterizou essas expressões de indignação, mesmo antes da aprovação do projeto, confirma o quanto é perigoso que a sociedade se veja refém de uma minoria militante, que procura impor seus pontos de vista por meio de pressão e difamação, não admitindo que pessoas, igrejas e organizações cristãs simplesmente afirmem ser a conduta homossexual um pecado.


Para detalhar melhor sua postura bíblica — que se fundamenta no amor, não no separatismo, e prega o respeito a todos —, cristãos que partilham da mesma visão sobre o homossexualismo se uniram para elaborar o manifesto “Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa”. O texto foi reproduzido em cerca de oito mil sites cristãos e conservadores, recebendo mais de 36 mil citações na internet. Traduzido para idiomas como alemão, espanhol, francês, holandês e inglês, foi postado em sites de diversos países estrangeiros, como Estados Unidos, França, Alemanha e Portugal. Centenas de manifestações de solidariedade à postura do Mackenzie foram veiculadas em diversos meios, inclusive no conhecido blog de Reinaldo Azevedo (articulista da revista Veja), um dos comentaristas políticos mais lidos e respeitados do país. Respondendo às acusações de “homofobia” com argumentos sólidos e bíblicos, os cristãos creem que sua postura contribuiu para que a manifestação de repúdio ao documento da IPB tenha recebido tão pouca adesão do público.


Nós, cristãos, estamos alegres e gratos por todo o apoio recebido e pelas orações do povo de Deus em favor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de seu Chanceler, o Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Instamos o povo de Deus a que se una também em súplicas e intercessões para que o Deus todo-poderoso derrame seu Espírito Santo sobre a igreja evangélica neste país. Necessitamos com urgência de um avivamento, de forma que o Cristo crucificado seja exaltado, os crentes sejam santificados, a Escritura Sagrada seja pregada com liberdade, pecadores se convertam e nosso país seja transformado, para a glória do Deus trino da graça.


Este pronunciamento é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O casamento está obsoleto?

Foi isso o que tentou demonstrar, nessa semana, a revista Time.

A provocação gerou um belíssimo artigo de resposta da Nancy Pearcey, traduzido e publicado no www.eucaso.com.

Clique aqui para ler o artigo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

6 meses de ministério pastoral

Há 6 meses uma cerimônia tornava oficial minha ordenação ao ministério pastoral. Pela imposição de mãos do presbitério, tornei-me pastor.

Já mencionei anteriormente as lutas que travei com a idéia de ser um ministro ordenado. Eu preferia o ministério "leigo" - ajudar pessoas sem a alcunha ou o "pr." junto ao meu nome; exercer um ministério mais light, sem muita cobrança. Não que eu evitasse o compromisso, mas considerava a tarefa pesada demais para mim.

Pela graça de Deus, fui convencido de que Deus chama e usa rábulas como eu, e - principalmente - compreendi que a obra é do Senhor, e não minha.

Em minhas reflexões - e um dia pretendo desenvolver isto por aqui de modo mais completo - tenho sonhado e desenvolvido uma filosofia de ministério pautada em 5 pilares. Desejo e trabalho por um ministério Reformado, Contemporâneo, Missional, Educativo e Pressuposicional. Orem por isso.
Deus tem me permitido atuar em algumas áreas, que podem fazer parte desse relato.

O ministério da pregação tem sido um grande alvo. Embora eu não seja o preaching pastor, ou o pastor titular de minha igreja (Igreja Batista Renascença), Deus tem me dado a oportunidade de pregar ali e em outros lugares. É uma tarefa dolorosa e desafiadora, mas ao mesmo tempo, profundamente gratificante. Deus tem me permitido ver algumas mensagens suscitarem conversas interessantes, e a percepção de pontos até então não percebidos na Escritura. Este é um dos aspectos que mais valorizo. Minha preferência é a de sermões expositivos, que caminhem ao longo do texto bíblico. A questão da periodicidade pode atrapalhar, mas mesmo em sermões avulsos tento trabalhar com seções completas do pensamento de um autor bíblico. E apontar para Jesus, sempre.

O ministério do aconselhamento também tem sido desenvolvido. Ele ainda não é desenvolvido tanto no formato tradicional - de pessoas no gabinete pastoral, sendo formalmente aconselhadas - mas talvez seja melhor assim. Os aconselhamentos realizados têm sido feitos no desenvolvimento de amizades, ou em conversas no dia-a-dia, troca de e-mails, questões enviadas pelo twitter, diálogos do facebook, ligações realizadas, entre tantos outros meios. Embora muitas vezes o meio exija uma rapidez que atrapalha, a conversa é continuada, e o acompanhamento se dá, seja mais de perto, seja a distância. Às vezes tenho visto o bom resultado desta área, mas em outras vezes, nem tanto. São os "sucessos" e "fracassos" do ministério. Estou aprendendo a lidar com isso.


Em âmbito formal, o ministério do ensino também é alvo de meu investimento. Como pastor, também tenho supervisionado e lecionado em classes e cursos promovidos por minha igreja. Aqui, novamente, tenho a dor e o prazer de experimentar terríveis e ótimas aulas. Deus tem sido gracioso comigo, e me dado bons alunos, embora sempre se perceba uns mais engajados do que outros. Cada um tem o seu ritmo.


Informalmente, desenvolvo o ministério do discipulado. Principalmente através da amizade, o Senhor tem me dado graça para investir e trabalhar na vida de pessoas, contribuindo para o seu crescimento na comprensão das Escrituras, na vida com Jesus, e no desenvolvimento de uma mentalidade cristã. Como é prazeroso perceber as evidências de transformação e crescimento na vida de meus companheiros de jornada!

Obviamente nem tudo são flores. Acredito que seis meses não é tempo suficiente para ter uma descrição ampla do ministério. Já experimentei algumas lutas - ovelhas em rebeldia, a necessidade da disciplina eclesiástica, a importância da confrontação, o preconceito por minha idade, etc. Mas sei que o tempo ainda é pouco para os desafios que virão. Só não quero dar a idéia de que foi tudo um mar de rosas - houve falhas e problemas em cada um dos itens mencionados acima, questões com as quais preciso lidar e aprender a contornar.

Outro ponto que merece ser destacado, é a realidade de que o ministério pastoral também é via de mão dupla: enquanto prego, aconselho, ensino e discipulo, estes mesmos itens estão sendo operados em mim. E isto me faz perceber que, mais que um sacerdote e mediador entre os homens e Deus, eu sou apenas mais um vocacionado para servir aos meus irmãos, lado a lado com eles, contemplando nas Escrituras a glória do Pai, a vergonha da cruz, e a beleza de uma vida com o Deus Trino.

Soli Deo Gloria.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

47 anos sem C. S. Lewis

No dia 22 de Novembro de 1963, C. S. Lewis foi chamado à eternidade. O grande escritor apenas sonhava com o céu, e escrevia em suas obras imaginativas - como "O grande abismo". Mas naquele dia foi a sua vez de conhecer as coisas in loco.

O impacto de Lewis sobre o meu modo de ver as coisas foi (e continua sendo) grande. Poucos autores conseguiram unir verdade e beleza como o Irlandês. Das Crônicas de Narnia, passei a acompanhar outras de suas obras, e ainda sigo em uma leitura que, espero, não acabe nunca - nem que eu precise reler cada obra.

Infelizmente Lewis não partilhava dos pressupostos reformados, e isso atrapalhou a sua compreensão de alguns pontos - especialmente do problema do mal (cf. suas obras "o problema do sofrimento", e "anatomia de uma dor"). Mas ainda assim, superou em muito alguns reformados em sua maneira de fazer apologética através de contos (cf. "Cartas de um diabo a seu aprendiz"), além de análises perspicazes (cf. "A abolição do homem"), e sermões brilhantes (cf. "o peso de glória").

Ler C. S. Lewis é ser convidado a entrar em um universo preenchido pela imaginação, beleza, e verdade. É caminhar por um texto profundamente cativante, e desejar não sair dali. É sentar para ouvir um sábio contar, tão bem, algumas histórias que ficarão gravadas em nosso coração. É aprender que cristianismo e erudição são companheiros. E, finalmente, é ser desafiado a aprender bastante para fazer o mesmo em nossa cultura.

Deus seja louvado pela vida de C. S. Lewis. Que mais homens como ele surjam em nosso meio.

sábado, 20 de novembro de 2010

MACKENZIE UNIVERSITY: IN DEFENSE OF FREEDOM OF RELIGIOUS EXPRESSION

In Brazil, a bill (PL 122/2006) has been proposed in order to pass a law with the objective of “combating homophobia.” The project characterizes as a crime “any intimidating or vexing action, of moral, ethical, philosophical or psychological nature” that involves homosexuality. Based on this project, homosexual activists in Brazil initiated active opposition to Christian psychologists who offer treatment for those who wish to leave homosexuality (as with Rozangela Justino) and to pastors (such as Lutheran Rev. Ademir Kreutzfeld) who have publicly counseled their flock to avoid homosexual lifestyle. In 2007, evangelicals and Christians in general believed that if the law should be approved, they would be punished for publicly treating homosexuality as sin, which would be contrary to the freedom of religious expression granted by the Brazilian Constitution, Thus, Mackenzie Presbyterian University in São Paulo, a centenary institution of higher learning, with a body of 45,000 students and 1900 professors, whose lifelong associate is the Presbyterian Church of Brazil (IPB), published a portion of the position taken by the denomination on this matter on its site. This post was signed by its Chancellor, Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Recently, this text and the institution have come to be accused of being homophobic by gay organizations, with ample support of the media. Its position has been distorted and presented as if it is “intentionally promoting the right to be homophobic.” Rev. Augustus Nicodemus’ photo is being shown on various gay sites on the Internet, accompanied by words of hate and insulting comments directed at him, evangelicals and the Bible.
Therefore, we, as evangelical Christians in Brazil, seek the prayers and support of fellow believers in other countries. We have also decided to issue the following manifesto, for which we seek widespread circulation:

MACKENZIE UNIVERSITY: IN DEFENSE OF FREEDOM OF RELIGIOUS EXPRESSION

Mackenzie Presbyterian University (Universidade Presbiteriana Mackenzie) has recently come under attack for an allegedly “homophobic” text that has been on its site since 2007. We, from several Christian denominations, wish to express our solidarity with this institution. We rise up against the indiscriminate use of the term “homophobia,” that is being applied not only to murderers, assailants and discriminators of homosexual persons, but also to Christian religious leaders who, according to the light of Holy Scripture, consider homosexuality a sin. After all, our freedom of conscience and expression may not be denied us, nor may it be confounded with violence. We believe that mentioning sins in order to call people to voluntary repentance is an integral part of announcing the Gospel of Jesus Christ. No declaration of hate may be based on the preaching of the love and of the grace of God.

As Christians, we have the biblical mandate to offer the Gospel of salvation to all people. Jesus Christ died to save and reconcile human beings with God. We believe, according to the Scriptures, that “all have sinned and fall short of the glory of God” (Romans 3:23). We are sinners, every one of us. There is no division between “sinners” and “non-sinners.” The Bible presents us with long lists of sins and informs us that, without God’s forgiveness, human beings are lost and condemned. We know that the following are sins: “sexual immorality, impurity and debauchery; idolatry and witchcraft, hatred, discord, jealousy, fits of rage, selfish ambition, dissensions, factions and envy; murders, drunkenness, orgies, and the like” (Galatians 5:19). In their traditional and historical interpretation, the Judeo-Christian Scriptures deal with homosexual conduct as sin, as can be shown by texts like Leviticus 18:22, 1 Corinthians 6:9-10, Romans 1:18-32, as well as others. If we desire the repentance and the conversion of the lost, we must also name this sin. We do not desire legally-enforced changes in behavior but, rather, conversion of the heart. And conversion of the heart does not occur because of external pressure, but by the gracious and persuasive act of the Holy Spirit of God who, as Jesus Christ taught, convicts of “sin, righteousness and judgment” (John 16:8).

We therefore wish to certify that the eventual approval of so-called anti-homophobia laws will not hinder us from extending this invitation freely to all, an invitation that may also be refused. We are not in favor of any kind of law that forbids homosexual conduct; in the same manner, we are contrary to any law that goes against a principle that is very dear to Brazilian society: freedom of conscience. The Federal Constitution (Article 5) guarantees that “all are equal before the law,” stipulates that “liberty of conscience and of belief are inviolable,” and specifies that “no one may be denied rights by reason of religious belief or due to philosophical or political convictions.” We are also opposed to any external force – intimidation, threats, verbal or physical aggression – that is intended to change a person’s mind-set. We do not accept that the criminalization of opinions be a valid instrument for social transformation because, besides being unconstitutional, this foments an undesirable wave of authoritarianism, undermining the foundations of democracy. In the same way that we do not seek to repress homosexual conduct with coercive measures, we do not want these same means to be used to make us stop preaching what we believe. We want to maintain our freedom to announce repentance and God’s forgiveness publicly. We want to maintain our right to open confessional educational institutions that reflect our Christian worldview. We want to guarantee that our religious community may express itself about all matters that are important to society.

We, therefore, manifest our full support for the pronouncement by the Presbyterian Church of Brazil, published in 2007 and partially reproduced, also in 2007, on the site of the Mackenzie Presbyterian University, by its chancellor, Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. If homosexual activists intend to criminalize the posture of the Mackenzie Presbyterian University, they should also prepare to equally face the Presbyterian Church of Brazil, all of the country’s evangelical churches, the Roman Catholic Church, the Jewish Congregation of Brazil and, in the last instance, to censure the Judeo-Christian Scriptures themselves. Our law guarantees that individuals, religious groups and institutions have the right to express their confessional position and conscience in subjection to the Word of God. We take this firm stand so that this freedom may not be taken away from us.

This manifesto is a collective production with a view to representing Brazilian Christian thought. For immediate release.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Até breve

Senhores,

Estou fora por uns dias.

Em breve volto a postar por aqui [provavelmente na quinta-feira].

Um abraço.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Saudades

Senhores,

Desculpem a distância. Estou trabalhando, por estes dias, em um projeto paralelo que desejo recomendar por aqui. Trata-se do EuCaso.com, um blog que nasceu como informativo sobre o meu casamento, e tomou ares de um espaço de reflexões Teo-referentes sobre relacionamentos.

Tenho prazer de escrever em parceria com minha noiva, em nosso primeiro blog juntos (o primeiro blog a gente nunca esquece...)

Todos são convidados a aparecer por lá, e de vez em quando eu posto um aperitivo por aqui.

Mas não deixarei este blog! Só estava precisando tocar o negócio por lá, pra depois reorganizar o ritmo de posts, lá e aqui.

Um abraço,
All

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

De volta

O sinal da aliança
Senhores,

Passei uns dias fora, estudando e... noivando(!)

Pretendo, enfim, colocar os posts em dia.

Aguardem, e verão.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Mais de 200 seguidores

Senhores, passamos de 200 seguidores deste blog, sem mencionar os que assinam o feed, acompanham pelo twitter, recebem a newsletter ou apenas visitam o blog esporadicamente.

Obrigado por acompanharem o blog da sua forma.

Deus seja louvado pelos números (ainda tímidos) do BJC.

Um abraço

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Página nova: MP3

Criei uma página nova no blog, e ainda não havia feito a sua devida apresentação.

Uma das coisas que me ajudaram bastante no crescimento diante de Deus [coram Deo], foi a utilização dos recursos em áudio disponíveis na internet.

Eu passava horas ouvindo palestras e sermões em mp3. Comprei alguns players por causa disso - mas eles sempre davam algum tipo de problema, até que sosseguei com um iPod.

A câmera que eu uso
Contudo, algo me incomodou naqueles primeiros anos: eu precisava recorrer aos arquivos em inglês, porque as "bibliotecas de mp3" eram inexistentes na língua portuguesa. No máximo uma ou outra palestra gravada estava à disposição.

Fiquei feliz quando o Monergismo começou a colocar na rede mais mensagem em mp3, e depois vi que algumas igrejas passaram a trabalhar mais e melhor com o recurso. O pessoal do L'Abri Brasil usava o Archive.org, e de lá também aproveitei bastante coisa.


o meu gravador
Com a possibilidade de servir à Igreja no blog, pensei em fornecer recursos como os que me foram tão úteis (e continuam sendo). Assim, tenho tentado desenvolver a tecnologia de gravação, bem como a quantidade de mensagens.

Já usei celulares e mp3 players para gravar. Já gravei com softwares não tão recomendáveis para a coisa, e de vez em quando baixo algum programa ou compro algum dispositivo que me ajude nisso, como uma pequena câmera para entrevistas (no caso dos recursos em vídeo), e um gravadorzinho da Sony (para entrevistas em áudio, sermões, palestras, etc.).

Tendo uma quantidade razoável de arquivos postados aqui no blog - mais de 25, e com alguns para serem postados - , decidi que seria interessante organizar um banco de mp3, sistematizando o material para quem deseja ganhar tempo na busca.

Assim apresento a página de MP3 do BJC, que está no menu acima, logo ao lado do item "contribua".

Cliquem, e divirtam-se.

Espero que esta página seja útil, para a sua edificação, e para a glória de Deus.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Notícia feliz!

Fico sabendo, por meio do blog Pensar, que será lançado em Novembro o livro "A arte não precisa de justificativas", do Hans Rookmaaker.

Ainda pouco conhecido no Brasil, Hans Rookmaaker é simplesmente o cara que apresentou o pensamento reformacional (do Herman Dooyeweerd) para o Francis Schaeffer.

Ele foi professor na Universidade Livre de Amsterdã, e aplicou o pensamento reformacional à crítica das artes.

Aguardemos o lançamento!
Saiba mais sobre o lançamento e o evento "Arte em Foco" aqui.

Notícia triste

Fico sabendo, por meio do blog Aliterassom, que o grande baterista Mike Portnoy anunciou sua saída da banda Dream Theater.

Mike e seus companheiros - especialmente o tecladista Jordan Rudess - levaram-me a um novo nível de percepção musical. Até conhecer o Dream Theater, eu não imaginava as possibilidades do rock, e nem sonhava com as brincadeiras rítmicas que o DT me apresentou. Uma noção completamente diferente do tempo na música se tornou possível a partir deles.

Por isso, mesmo não sendo "o maior fã" da banda, curto o som deles, e fiquei triste pela saída do grande batera.

Os outros projetos dele continuam, e vamos aguardar pra ver como o Dream Theater segue.

Como lembrança, uma canção do DT com Mike: