sábado, 21 de novembro de 2009

Ebinho Cardoso sobre o show em SanLu


do twitter do Ebinho: @EbinhoCardoso

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um festival pra ficar na história

O São Luís baixo Festival vai deixar muitas saudades.

Esses dias ao som de boa música são revigorantes e encorajadores. É certo que, por um lado, dá vontade de nunca mais pegar em um instrumento por saber que os caras estão a anos-luz de distância no quesito musicalidade. Ao mesmo tempo, como é bom sair embriagado pelo som que toma conta daquele auditório e demonstra o poder dos acordes.

Fico sabendo que o Silas - o produtor do evento - fez tudo praticamente sozinho. Patrocinadores furaram e ele teve que tirar muita grana do próprio bolso. Por isso valorizei tanto quando um dos convidados expressou em alto e bom som: "Não tem escola de música, não tem Estado, não tem nada. Esse cara fez tudo".

Isso me faz crer cada vez menos na atuação estatal, e cada vez mais no poder dos indivíduos. Mas isso é outro assunto. Voltemos ao baixo.

Ver e ouvir de perto pessoas como Celso Pixinga, Adriano Giffoni, Arthur Maia e Sérgio Groove é uma experiência transcedental. A propriedade com que executam suas canções e dominam o instrumento dá a impressão de que são reis em seu reinado. Dominam o território do palco, e ali determinam o tom das coisas. Literalmente.

A participação jazzística dos norte-americanos Todd Johnson, Jim Stinett e Grant Stinett foi brilhante. Com o seu carisma, trouxeram diversão e simplicidade ao festival, ensinando que virtuosismo também se conjuga com humildade.

Os maranhenses não ficaram pra trás - inovaram em performances, demonstraram impressionante habilidade e produziram um belo som.

Em minha opinião o grande nome era exatamente quem eu esperava: Ebinho Cardoso. Ele sabe o que é colocar sentimento em um instrumento tido como "bruto". É a segunda vez que o vejo - a primeira foi no São Luís baixo festival de 2007 - e ele fica consagrado como o mestre da sensibilidade e harmonia nos graves.

Agora resta a tristeza de quem vai ter de esperar bastante até participar de outro festival assim...

Mas tudo bem, o festival valeu pelo biênio.

Ebinho Cardoso no São Luís Baixo Festival

3ª Feira do Livro de SanLu


Já falei do show na escola de música, né?

Pois hoje, também às 18h, tem início a 3ª Feira do Livro de SanLu, na praça Maria Aragão.

A feira vai até o dia 29/11.

(Eu sempre fico como uma criança num imenso parque de diversões nesse evento...)

Essa semana foi ótima - a próxima promete também!

Leia mais obre a 3ª feira do Livro : Jornal Pequeno / O Imparcial

Pra galera de Sanlu

O 2 SanLu baixo festival terminou, mas muitos baixistas ainda estão na área!!

hoje vai rolar um show na escola de música - o projeto Sexta musical.

Às 18h, lá na escola de música Lilah Lisboa, no reviver.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ester e a Providência

Rembrandt se preocupou em retratar o momento em que Ester se prepara pra falar com o Rei Assuero e interceder em favor do povo hebreu. A pintura ao lado, de 1633, indica momentos interessantes da vida da Rainha, e nos faz pensar sobre lições do livro:

1. Deus prepara tudo bem antes
As "estrelas" do livro - Mordecai (ou Mardoqueu) e Ester - não aparecem logo de cara na história.
O autor leva um tempo descrevendo situações prévias, como o conflito entre o Rei Assuero e a rainha Vasti, que fez nascer a ocasião da escolha de Ester como nova rainha.
Bem antes deles entrarem na história, Deus já estava agindo... o mesmo acontece hoje (Sl.139.16).

2. Deus está agindo mesmo quando não percebemos
O texto de Ester não menciona Deus nem uma vez. Não sabemos até que ponto Ester e Mordecai estavam ligados no Senhor, embora vejamos o jejum que realizaram. Ainda assim, mencionando ou deixando de mencionar, lembrando ou não, a história nos mostra que foi a ação Divina a promover a salvação dos hebreus naquele contexto. Eles seriam destruídos pelo decreto movido a partir de Hamã, mas a intercessão de Ester promoveu a mudança.

3. Deus não nos coloca à toa onde estamos
Quando Mordecai solicita a Ester que se apresente diante do rei para interceder em favor dos judeus, ela treme. Ninguém poderia aparecer "na maior" diante do chefão daquelas terras. Ainda assim, Mordecai insiste, e revela a Ester que possivelmente ela estava naquela posição (de rainha) para este momento (Et.4.14).
Deus nos coloca onde estamos com um propósito. Por que, ou para que, você está onde está?

4. Cristo livrou a nossa pele
Assim como Ester intercedendo em favor dos hebreus, Jesus intercede em favor do Seu povo, e por ele deu a própria vida. A salvação conquistada para os judeus naquela situação apontava para uma salvação muito mais ampla - a libertação de todos os que crêem em Cristo.

Leia o livro de Ester e veja a Providência em ação!

O supremo do Supremo

Quando o STF se coloca na condição de mero “parecerista” e transfere para o presidente a decisão, está afirmando que existe um Supremo do Supremo: Lula.