
Ficam aqui os meus parabéns a todos os irmãos em Cristo, e o desejo de que os princípios reformados sejam presentes em nossos dias, para que a glória de Cristo seja proclamada, e Deus seja exaltado por Sua igreja.



A força de uma Reforma
Poucos dias após a celebração dos 8 anos da Igreja Batista Renascença, é chegado mais um aniversário muito importante para todos aqueles que se consideram cristãos. No dia 31 de outubro são comemorados 490 anos de Reforma Protestante.
Infelizmente, a história e a teologia do grande avivamento do século XVI estão, aos poucos (ou "aos muitos"?), caindo no esquecimento. Para vários cristãos, os nomes Lutero, Zuínglio, Calvino, Knox, e cia. são estranhos e distantes, talvez lembrados apenas por alguma menção feita nas salas de aula (e nem sempre nas igrejas), mas não pela presença forte e marcante do seu pensamento nos dias de hoje.
Ainda assim, mesmo não conscientemente, a Reforma Protestante se faz presente na Igreja cada vez que uma celebração é realizada, ou cada vez que cristãos se encontram para juntos cantarem, estudarem as Escrituras, e desfrutarem a comunhão. Foi por meio da Reforma que chegamos ao culto como temos hoje. Lutero e Calvino contribuíram amplamente para que as músicas populares participassem do momento de adoração (se não, até hoje estaríamos cantando a chamada "música sacra" - o canto gregoriano). O fato de nossas celebrações serem realizadas em português é devido a este grande evento reformador (já pensaram em como seria a nossa celebração em latim?). Toda a disposição da vida cristã girando em torno da Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – teve grande impulso no período da Reforma.
Incontáveis são os benefícios, e muitas as curiosidades a serem descritas sobre o impacto do pensamento reformado nas mais variadas esferas da vida. Francis Schaeffer demonstra ser o pensamento da reforma, verdadeiramente bíblico, que fundamenta com coerência qualquer atitude cristã na preservação da natureza. Isto deveria ser levado em consideração diante dos modernos movimentos em prol da causa ecológica.
O amor à cidade é corretamente desenvolvido na perspectiva desenvolvida no período da Reforma, de que o homem é formado à imagem de Deus, e por isso tem valor, e de que Jeová é Senhor de todas as coisas (inclusive da cidade, o que fundamenta qualquer esforço para amá-la e cuidar dela). Esta linha de raciocínio seria ainda desenvolvida posteriormente por um pensador reformado, que veio a ser o Primeiro Ministro da Holanda, - Abraham Kuyper. Para ele, Cristo reivindica (e tem) a autoridade sobre tudo o que existe, como o apóstolo Paulo afirma em Cl.1.16. Há ainda a consideração reformada de que Deus está interessado (e de fato salva) a totalidade do homem, e isto fornece base para a missão integral da Igreja (servindo à alma e ao corpo).
Qual a fonte da força deste pensamento? Por que foi tão influente? Embora muitas respostas sejam possíveis, cinco princípios deste período são suficientes para responder.
Sola Scriptura (somente as Escrituras) – A Bíblia sagrada é a única regra de fé e prática do cristão, e revela a vontade de Deus para o homem.
Sola Gratia (somente pela graça) – A salvação é dada por Deus ao homem sem qualquer merecimento deste.
Sola Fide (somente pela fé) – O ser humano é justificado com base unicamente na fé em Cristo, e não em suas (boas) obras.
Solus Christus (somente por Cristo) – O objeto da fé e o justificador do homem é o Senhor Jesus, que morreu para salvar pecadores. Em nenhum outro há salvação (At.4.12).
Soli Deo Gloria (somente para a glória de Deus) – Cada aspecto da vida deve ser vivido para a glória de Deus. Ele é digno.
Estes princípios, extraídos diretamente da Palavra de Deus, dão força a qualquer cristão ou igreja que por eles viver. Eles atuam como uma grande bússola, indicando o caminho correto da vida cristã.
Sejam esses os lemas da igreja contemporânea, para a glória de Deus.


Aqueles que têm acompanhado os noticiários devem ter percebido a terrível onda de incêndios na Califórnia. Isto normalmente não causaria tanto impacto para qualquer observador brasileiro sem ligações mais profundas com tal situação.

ais povos da Germânia, alcançando a região de Hessen, onde foi bem sucedido e derrubou o sagrado carvalho de Thor, e fundou ali uma capela de São Pedro.
Pra quem deseja aprender mais sobre liderança e Bíblia, recomendo o seminário para pastores e líderes que acontecerá em São Luís neste sábado, dia 20 de outubro. O pastor Armando Bispo, da Igreja Batista Central de Fortaleza falará sobre o tema "líderes que permanecem" (Jo.15), na Primeira Igreja Cristã Evangélica em São Luís (na Forquilha).



Nunca escondi de ninguém o meu amor por desenhos animados. Dentre o imenso número destes seres divertidos, a maluca turma dos Looney Tunes se destaca. Quem não lembra do pernalonga e seu famoso jargão: “Hum... Que é que há, velhinho?”? Ou das explosões furiosas do patolino? Ou, ainda, das incessantes tentativas realizadas pelo coiote para pegar o papa-léguas (todas frustradas...)? Sinal de imaturidade ou não, esses desenhos fornecem excelentes ilustrações para a situação atual de muitos cristãos.
Observem, por exemplo, o último caso citado: coiote e papa-léguas. Existe uma cena clássica nesse desenho que ilustra de forma precisa a condição de muitos na igreja cristã. Esta cena está presente em vários cartoons e é variada em seus formatos, mas pode ser descrita da seguinte forma: tentando alcançar o papa-léguas, o coiote corre com todas as suas forças, desligando-se de muitos aspectos da realidade externa, e concentrando-se apenas no alvo desejado. Subitamente, o papa-léguas pára de correr, mas o coiote não consegue, e continua o percurso obstinadamente, até perceber que passou do objeto perseguido. Então ele olha para o chão, e vê que não há nada embaixo, e que está prestes a cair de uma imensa altura. Ele havia corrido por vários metros, “pisando” apenas no ar. Após se dar conta de que não há base, o coiote cai, e só é vista a fumaça lá embaixo, e ouvido o som de seu contato com o solo.
Vejo muitos cristãos à semelhança do coiote, correndo sobre o vento, sem nenhuma base para os seus pés, ou para o seu pensamento teológico. Muitos vivem a “vida cristã” sem qualquer fundamento para suas práticas. Como, então, podem definir o que é vida cristã, se nem mesmo há u
m referencial para isto? Muitos inventam modelos de oração sem nenhum respaldo, outros criam novas formas de culto tiradas apenas de sua fértil imaginação. Há ainda quem propague doutrinas inteiras forjadas apenas na base do improviso e “achismo”.
Quais os resultados destas coisas? Olhem para o coiote. Uma terrível queda segue estas práticas. Não há certezas de que aquilo que elas vivem é o cristianismo, pois elas não possuem referencial para a vida cristã. Não há convicção de que estão salvas, pois elas não compreendem a salvação. Não há indícios de que seu discurso é verdadeiro, pois elas desconhecem a verdade. Não há consequência mais lógica para este estilo de vida do que a queda. Onde não há base nem certezas, as dúvidas e novidades tomam a direção. Em um cristianismo sem fundamentos, Cristo é desconhecido.
Há esperança para este povo? Sim! Olhem pro coiote! Aprendam com os seus erros. Não corram obstinadamente, desligados do mundo real, mas compreendam a realidade a partir do que a torna compreensível: A Palavra de Deus. Estejam solidamente firmados em Deus, que é conhecido por meio da Bíblia. Conheçam a doutrina apresentada nas Escrituras, e a ela se apeguem mais do que qualquer outra coisa. Rejeitem as novidades infundadas. Abominem as criações sem base. Retornem à coerência da Verdade. Vivam o cristianismo compreendendo o que ele é. Tenham segurança de sua salvação por perceberem a obra salvífica de Deus em suas vidas. Falem sobre a fé a partir da descrição objetiva apresentada no Texto Sagrado. Vivam em santidade com uma razão lógica para isto. Orem com fervor porque conhecem o poder de Deus e o valor da oração. Defendam a cosmovisão cristã por entender que as alternativas apresentadas são incompletas e não resolvem as questões últimas do homem. Amem as
pessoas à sua volta, reconhecendo a imagem de Deus nelas, e percebendo a desesperadora condição de suas almas. Busquem os fundamentos do pensamento e da prática cristã.
Somente assim estaremos vacinados contra quedas. Este deve ser um exercício constante, pois sempre temos a tendência de escorregar e esquecer as bases. Somente um cristianismo fundamentado pode levar esperança a pecadores. Somente um cristianismo coerente pode propagar a verdade sem ser ridicularizado. Somente um cristianismo com conteúdo pode gerar transformações verdadeiras e conscientes na vida de pessoas, para a glória de Deus.
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É difícil entender como pode um cristão ortodoxo, evangélico, crente na Bíblia, não se sentir empolgado. (p.236)
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Mais do que frequentemente encontramos evangélicos que não passam de soldadinhos de chumbo. (p.240)
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Deus nos amarra à realidade. (p.249)
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A glória da Bíblia é que ela é suficiente para cada época e suficiente para cada pessoa. (p. 251)
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(...) O cristianismo é a religião mais fácil de todo o mundo, pois é a única religião na qual Deus o Pai, Cristo e o Espírito Santo fazem tudo. (p.255)
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Assim, a apologética, como eu a encaro, não deve ser de forma alguma separada da evangelização. (p.261)

1) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2) Abrir na página 161;
3) Procurar a 5ª frase completa;
4) Postar essa frase em seu blog;
5) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6) Repassar para outros 5 blogs.
O livro perto de mim é "Teologia da Alegria", de John Piper. Aí vai a 5ª frase da pág 161:
"Jesus não é contra o investimento".
Pra quem quer saber a continuação: "(...)Ele é contra o mau investimento".
Encaminhando para:
Deus pro nobis, Café com Bíblia, Check list pra viver o cristianismo hoje, Por trás da cortina, Vida e Fé.
Ultrapassei o número de 5 blogs, e encaminhei também para o Eduardo Mano.





