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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O casamento está obsoleto?

Foi isso o que tentou demonstrar, nessa semana, a revista Time.

A provocação gerou um belíssimo artigo de resposta da Nancy Pearcey, traduzido e publicado no www.eucaso.com.

Clique aqui para ler o artigo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

10 perguntas para 2010

O Pr. Kevin DeYoung publicou um post bem interessante, com 10 perguntas para se fazer nesse novo ano.

Eis um resumo:

1. Estou investindo tempo para ler calmamente a Palavra de Deus e memorizar a Escritura?
2. Estou tendo períodos consistentes, focados e extensos de oração, incluindo a intercessão por outros?
3. Sou disciplinado no meu uso da tecnologia, em particular não sendo distraído por envio de e-mails e posts de blog às noites, e nos meus dias de folga?
4. Estou indo dormir na hora certa?
5. Estou comendo demais?
6. Eu me exercitei na semana passada?
7. Sou paciente com os meus filhos ou sou irado com eles quando eles desobedecem ou agem de maneira infantil?
8. Quando em casa, estou "completamente presente" para a minha esposa e família, ou a minha mente e energia estão em algum outro lugar?
9. Estou fazendo da preparação do sermão uma prioridade na minha semana ou estou fazendo coisas menos importantes primeiro?
10. Fiz algo fora do comum para alegrar e ajudar minha esposa?

* * *

Façam as devidas adaptações para o seu contexto, e pensem sobre isso.

Para ler o post original, basta clicar aqui.
Vários textos do Kevin são encontrados no iPródigo.com

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A pregação e o relógio


(por John MacArthur, no blog Pulpit Magazine)

Um sermão deve durar quanto tempo?

Tanto tempo quanto for necessário para "cobrir" o texto adequadamente! Eu não acho que a duração do sermãoé tão importante quanto o seu conteúdo. Já preguei 50 minutos, e foram 10 mins além do tempo devido. Outras vezes, preguei 1h25mins (uma hora e vinte e cinco minutos) e foi bastante adequado. O importante é cobrir o ponto principal para que as pessoas fiquem convencidas de sua verdade e compreendam as suas exigências. Se você não tem nada de importante pra dizer, mesmo vinte e cinco minutos parecerão uma eternidade para o seu povo. Se você for interessante, eles ficarão com você. Não confunda persuasão com extensão, entretanto. Se você pregar mais tempo do que deveria, sacrificará a persuasão.

Estou convencido de que a exposição bíblica requer pelo menos quarenta minutos. Menos do que isso não é suficiente para provar o texto profundamente. Se se levar 15 a 20 mins. para "preparar o terreno" [elucidar], 10 a 15 para delinear os princípios, 5 a 10 para referenciá-los em outros lugares das Escrituras, e 5 a 10 mins para uma conclusão, você já tem mais ou menos 50 minutos. Raramente um homem que prega entre 20-30mins faz uma exposição doutrinária.

É por isso que desenvolver a sequência lógica de um sermão é crucial. Se a sua mensagem for claramente esboçada e você guiar as pessoas através do processo de descoberta, você terá [preservará] a sua atenção. O seu sermão deve estar indo a algum lugar. Você não pode simplesmente despejar um número de verdades comuns sem relação umas com as outras. Se o seu sermão é desinteressante por ser "quebrado" ["desjuntado"], o seu povo ficará desinteressado.

Se você quer ser um expositor da Bíblia, esqueça os sermões de 20 a 30 minutos. Você está procurando por 40 ou 50 minutos. Menos do que isso, e você não conseguirá expor as Escrituras. O propósito de um sermão não é passar por cima, mas explicar a Palavra de Deus. A minha meta não é cumprida porque sou breve. Meu alvo é alcançado quando sou claro e exponho a Palavra de Deus.

Leia o post completo (em inglês)

sábado, 6 de setembro de 2008

As fases do seminarista

O blog Going to Seminary postou um artigo fascinante sobre as fases do seminarista no estudo teológico. O autor faz a ressalva de que isto não acontece com todos, mas de modo geral é o que se percebe.

Eis a minha síntese da coisa:

Fase 1 - Entusiasmado - "Eu amo a Jesus!"
No primeiro ano os seminaristas são as pessoas mais alegres do campus. Eles amam o Senhor e estão animados com a idéia de dedicar a sua vida a servi-lO e à Sua igreja. Fazem todos os trabalhos, frequentam as reuniões da capela(...). A fase 1 pode durar um ano ou dois, mas infelizmente tem a tendência de sumir rapidamente.

Fase 2 - Orgulhoso - "Eu amo Barth!"
Em algum lugar do primeiro ou segundo ano, os alunos começam a perceber que o alvo de atenções em suas igrejas - profundo amor por Deus e pelo Seu povo - não é tão perceptível na sala de aula. O contexto acadêmico naturalmente enfatiza a importância do conhecimento - o conhecimento de Teologia, dos teólogos e das correntes teológicas. Aos poucos os seminaristas deixam de levantar a mão na sala para fazer perguntas, e começam a levantar a mão para fazer afirmações mostrando o seu brilhantismo.
As antigas disciplinas disciplinas espirituais da oração, jejum, e meditação nas Escrituras tendem a ter segundo lugar em relação às habilidades que podem ser pontuadas numericamente. Em conversas, os estudantes nesta fase mais provavelmente citam o nome de algum teólogo obscuro ("O professor não passou trabalho, estou lendo por diversão") do que falam da bondade de Deus. Esta fase é bastante longa, e alguns seminaristas pulam a fase 1 e entram no seminário ja na fase 2.

Fase 3 - Desiludido - "Eu odeio o seminário!"
A postura da fase 2 dá lugar a um terceiro estágio caracterizado por um cinismo velado como "pensamento crítico". A marca dos estudantes neste período é serem decididamente contra uma coisa ou outra. Eles devem ter sido a favor de alguma coisa antes, mas agora são muito contrários a isto. Normalmente apontam seriamente os erros em sua igreja, tradição ou seminário. Talvez o seminarista tenha percebido o seu orgulho da fase 2 e agora passe a questionar o próprio conceito de seminário. Se você ouvir um seminarista começar uma frase com "A igreja nunca..." ou "Os cristãos sempre...", ele provavelmente está passando pela fase 3, que é tão demorada e difícil quanto a fase 2.

Fase 4 - Quebrantado - "Eu odeio o orgulho!"
Em algum lugar no fim do seminário ou talvez um tempo depois dele, algo marcante começa a acontecer. O dedo que apontava para tudo e todos na fase 3 começa a se voltar para o acusador. À medida que o seminarista entra nesta fase, ele começa a perceber que o problema não é a Igreja, a Teologia sistemática, ou a Editora de livros. "O problema sou eu", ele finalmente percebe.
Embora ele seja um expert em criticar sermões, sistemas teológicos e modelos de igreja, começa a lembrar que a razão pela qual entrou no ministério foi levar o evangelho aos quebrantados, que não são pessoas perfeitas. Ele cai em si: "É claro que a igreja tem muitos problemas. Por que precisaríamos ir para o seminário a fim de aprender a ministrar para ela?". O cinismo que só era capaz de apontar problemas agora é capaz de iluminar as necessidades e ver oportunidades para ministrar às pessoas para as quais Deus o chamou pra servir.

O post original pode ser lido aqui